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Profissional explica como reverter as complicações da traqueostomia em cães e gatos

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Traqueostomia é nome que se dá à abertura da traqueia cervical ao meio externo. De forma mais objetiva, trata-se da comunicação direta da traqueia com o ambiente, o que permite ao paciente respirar sem necessidade do ar passar pela cavidade nasal ou oral.

De acordo com o professor adjunto de Técnica e Clínica Cirúrgica da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR, Curitiba/PR), Jorge Luiz Costa Castro, assim como qualquer procedimento, a traqueostomia também pode causar algumas complicações. Ele explica os possíveis problemas que podem aparecer após a técnica.

O sangramento intraoperatório está entre eles e pode ocorrer devido à lesão da glândula tireóide ou de vasos sanguíneos não ligados, como explica o profissional. “Para o controle do sangramento podem ser colocadas compressas frias ao redor da incisão, sendo feita a visualização da quantidade do sangramento através da troca frequente do curativo”, orienta o professor afirmando que, se este não for controlado adequadamente, uma reavaliação cirúrgica deve ser realizada.

Traqueomalácia, outra complicação citada por Castro, é a flacidez do tecido cartilaginoso, geralmente causado por uma sonda traqueal muito pequena. “A troca geralmente resolve o problema”, garante. Já a estenose é causada por lesão direta da parede traqueal causada pelo procedimento cirúrgico ou por lesão da mucosa causada pelo cuff. “O quadro clínico é de desconforto respiratório subagudo, semanas após a retirada da cânula. O tratamento é cirúrgico, através de ressecção, ou debridamento e anastomose traqueal”, completa.

Segundo o professor, há, ainda, a fístula traqueocutânea, que ocorre devido à epitelização do trajeto da pele até a traqueia e o tratamento deve ser cirúrgico. Inflamação do tecido subcutâneo adjacente é a causa da celulite. “Ela pode ser evitada se a incisão tiver espaço suficiente para drenagem. O tratamento é feito com antibióticos e abertura da ferida cirúrgica para facilitar a drenagem”, explica.

Existe, também, o enfisema subcutâneo, que resulta do escape de ar para a parede lateral entre a pele e a cartilagem traqueal. “Acontece quando a sutura não foi realizada de forma eficiente para vedar esse espaço e, então, o profissional responsável deve avaliar, novamente, a sutura do estoma”, sugere.

A atelectasia pulmonar, também mencionada pelo especialista, acontece quando é utilizada uma sonda traqueal longa e ocorre intubação seletiva de um dos brônquios. “A decanulação só ocorre caso a cânula ou sonda traqueal saia antes do tempo”, finaliza.

 

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