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Especialista orienta como deve ser realizada a troca de ração sem prejudicar a saúde do pet

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Ter um animal de estimação em casa exige muita atenção e alguns gastos constantes, por exemplo, com a alimentação. Escolher um produto de qualidade, que ofereça todos os nutrientes necessários, é muito importante, mas alimentar corretamente o pet exige outros cuidados, como a troca gradual da ração, necessária para que o sistema digestório do animal se adapte ao novo alimento. 

 

O humano está adaptado a variações diárias na alimentação, com isso, todo o metabolismo e o sistema gastrointestinal são capazes de lidar com a diversidade. Já o cão e o gato comem o mesmo alimento diariamente, como explica a pesquisadora da Magnus (São Paulo/SP), Mariana Martins, e uma mudança repentina pode acarretar em problemas à saúde, como fezes amolecidas, recusa do alimento, diarreia, vômitos. 

 

Quando a alteração de alimento se faz necessária, seja por idade, necessidade especial por algum motivo relacionado à saúde, busca por qualidade, preço, opção de marca ou qualquer outra razão, é recomendado fazer a troca de forma gradual do alimento anterior pelo novo, segundo ela.  Para evitar erros e eventuais problemas à saúde do pet no processo de substituição do alimento, a profissional preparou algumas dicas que podem ser úteis. “O primeiro passo é planejar a mudança antes de o pacote acabar”, orienta. Assim, há a possibilidade de realizar uma troca gradual. 

 

Programar o período de troca de alimento também é importante. De acordo com a profissional, o ideal é dedicar sete dias para a troca de alimento do animal. Durante esse período, deve haver o aumento gradual da quantidade oferecida da nova ração e a diminuição da anterior, até que, no sétimo dia, o pet esteja consumindo 100% do alimento novo. “É preciso certificar-se de que possui quantias suficientes das duas rações, além de fazer um cronograma que indique as porções”. 

 

Mariana também explica os cuidados especiais com os recém-nascidos. Os filhotes de raças mini e pequenas começam a transição para a fase adulta a partir dos dez meses. Os de raça média, ao 12 meses e os de raças grandes e gigantes podem iniciar a alimentação recomendada para cães adultos a partir dos 18 meses. “Nesse período, é preciso fazer a troca gradual do alimento de filhote para o alimento indicado para cães adultos, que suprirá todas as vitaminas e os nutrientes demandados para esta fase. No caso dos gatos, a troca gradual do alimento de filhote para o de adulto deve ocorrer a partir dos 12 meses”, descreve.

 

A profissional também menciona algo que poucos sabem: o ideal é que fêmeas em período de gestação (principalmente no terço final) ou lactantes se alimentem com ração própria para filhotes. Os filhotes de cães e gatos com mais de um mês de idade devem continuar sendo amamentados pela mãe até, pelo menos, o segundo mês de vida, mas o alimento próprio para filhote (o mesmo que a mãe estiver comendo) também deve ficar disponível, sempre em uma tigela baixa para que tenha acesso. “No tempo deles, terão interesse e comerão o tanto que quiserem dessa ração, complementando o aleitamento. Nessa fase, o organismo do filhote diz o que precisa e, naturalmente, eles estarão hábeis a digerir a ração”, conta.

 

Como lembrado pela especialista, assim como os humanos, os animais também têm rotina. É sempre bom ter atenção para que a alimentação se mantenha nos mesmos horários. O organismo se prepara para aquela refeição mesmo antes de ela ser fornecida. Algumas enzimas gástricas são liberadas e os estímulos neurológicos também. “Para gatos, é ainda mais importante, pois influencia no pH urinário. Por isso, é recomendável fornecer a quantidade diária de alimento dividido em duas ou três vezes, especialmente para os glutões” .

 

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