Castração Social

projetocastracaosocial@gmail.com

Dra. Marina Dante

CRMV SC 3583 / CRMV SP 8190

(48) 3241-1567 / 99650-4039

Hierarquia dos Artigos
Início dos Artigos » Blog » Prevenção é essencial para evitar aumento de casos da Leishmaniose
Prevenção é essencial para evitar aumento de casos da Leishmaniose

https://bichodeape.com.br/wp-content/uploads/leishmaniose-c%C3%A3es.jpg

 

A leishmaniose visceral (LV), doença infecciosa causada por um parasita transmitido ao humano por meio da picada de mosquitos, tem se alastrado no Estado de São Paulo, segundo levantamento da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste, Presidente Prudente/SP). Só em 2016, foram 3.200 novos casos no País. O problema, que até então estava concentrado em algumas regiões endêmicas, traz riscos à saúde humana e aos cães. 

 

O combate ao mosquito transmissor, uso de coleira antiparasitária e vacinação nos animais de estimação são as principais medidas preventivas a serem adotadas. De evolução crônica, a LV quando não tratada pode levar a óbito até 90% dos casos, segundo levantamento do Ministério da Saúde (Brasília/DF). Sua transmissão se dá a partir da picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis) infectado pelo protozoário Leishmania chagasi. Nas regiões urbanas, o cão é o principal hospedeiro da leishmaniose, já que também pode ser picado pelo inseto.  

 

Segundo o gerente Técnico Pet MSD Saúde Animal (São Paulo/SP), Marcio Barboza, o cão não transmite a doença para os humanos, já que, quando contaminado, torna-se apenas um reservatório do parasita, no entanto, um novo mosquito pode picá-lo e picar os humanos com quem convive, completando assim o ciclo de transmissão e infecção. 

 

Para o especialista, medidas preventivas são essenciais para a proteção do pet e de toda a família, pois o tratamento exige um alto investimento financeiro e não traz a cura, já que apenas melhora os sintomas e reduz a carga parasitária. 

 

Além disso, o Brasil é o País com maior número de casos de pessoas infectadas em toda a América Latina, sendo por isso essencial a prevenção. “O ideal é que, estando ou não em uma área endêmica, o animal seja protegido com a coleira antiparasitária, que costuma ter 98% de efetividade na proteção. A vacina também é indicada, mas possui uma eficácia ao redor de 70%”, afirma Barboza, que complementa afirmando que a limpeza do ambiente e abrigo do animal é, também, essencial para manter o mosquito afastado”. 

 

O mosquito transmissor da doença tem preferência por locais ricos em matéria orgânica, plantas e árvores. Para aqueles que moram em ambientes mais arborizados, recomenda-se o uso de telas finas ao redor do abrigo do cão, mantendo-o nesse local durante o período do entardecer e à noite. 

 

Quando contaminado, o animal pode adoecer e vir a óbito se não diagnosticado e tratado a tempo. Além disso, a administração de medicações recomendadas pelo veterinário é essencial para reduzir as chances de transmissão do parasita a outros animais e humanos. 

 

Diagnóstico. Entre os principais sintomas da doença nos animais estão a perda de peso repentina, mesmo sem a alteração de apetite, pelagem falha e opaca, anemia, apatia, vômitos e diarreia. “Vale ressaltar que o diagnóstico não deve ser baseado em um único exame e o médico-veterinário é o único profissional habilitado a fazê-lo, bem como para indicar terapia e cuidados preventivos adequados”, finaliza Barboza.

 

http://caesegatos.com.br/preven-o-essencial-para-evitar-aumento-de-casos-da-leishmaniose-

Projeto Castração © 2015 - 2018. Todos os direitos reservados. CNPJ: 06.972.402/0001-34.

Projeto Castração SC: Av. Gov. Jorge Lacerda, 943, Campinas, São José-SC, (48) 3241-1567 / 99650-4039
Rua Laguna, 917, Bairro Oficinas, Tubarão-SC, (48) 99650-4039.

site desenvolvido por: www.wsdbrasil.com.br

Powered by PHP-Fusion copyright © 2002 - 2017 by Nick Jones. Released as free software without warranties under GNU Affero GPL v3.